terça-feira, 13 de julho de 2010

Escova, escovilhão e fio

Hoje foi dia de visita, visita a quem "tortura" quem se senta na cadeira e nos deixa os bolsos "quase" vazios.

Não tenho trauma com dentistas ou qualquer dos aparelhos utilizados durante o esgravatar da cavidade bucal. Sento-me na cadeira e ali fico impávida e serena de boca aberta vendo todos aqueles utensílios que entram e saem da boca e ouvindo os termos técnicos trocados pelo dentista e a assistente. 

Há quem me ache louca por estar quase - quase é diferente de igualmente - tão descontraída na cadeira do dentista como numa cadeira de esplanada. A isto eu respondo, até posso ser louca mas sou uma louca de sorriso lindo.

O diagnóstico de hoje foi inflamação das gengivas, com sangramento na maior parte dos pontos dos dentes, devido ao espaço existente entre os dentes e as gengivas. Além de um tratamento que me vai sugar o couro e o cabelo tive que reaprender a técnica de escovagem de dentes. Pela primeira vez em mais de trinta anos de vida ensinaram-me a escovar os dentes de uma forma diferente. Segundo o dentista a forma correcta de escovagem de dentes não é ensinada senão nas universidades de medicina dentária. Que sentido faz? Não sei.

Após a tortura gengival à qual fui submetida ainda tive que pagar.
Pagar! Então não deveria ser grátis? Deveria, mas não é.

A somar à conta da clínica ainda somou 6 escovilhões, pasta de dentes e escova específica, e um novo elixir que dificilmente não matará qualquer bactéria pois a mim ia-me matando.

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