quarta-feira, 28 de abril de 2010

Dieta da alegria

Não guarde mágoas, guarde lembranças.
Não chore lembranças, recorde alegrias.
Não viva do passado, aproveite o presente.
Não fuja do agora, prepare o amanhã.
Você pode, e deve, escolher o roteiro da sua vida.
Apague o que já passou, e não retorna mais.
Refaça seu acervo de lembranças.
Ás más, relegue ao esquecimento.
Ás boas, dê ainda mais brilho.
Faça a Dieta da Alegria:
Um sorriso a cada manhã;
um agradecimento ao final do dia!!!! 

Autor desconhecido

terça-feira, 27 de abril de 2010

Jogging

Na semana passada decidi que iria começar a fazer caminhadas, com progressão para jogging, no final do dia. Agora que os dias são maiores e a temperatura começa a a ser cada vez mais agradável praticar actividade física ao ar livre tem entre outros dois grandes benefícios, alivia o stress diário e ajuda na missão "Verão 2010".

Ontem foi o primeiro dia de caminhada regular - calma que ainda não cheguei ao jogging.
Mudei de roupa nos balneários da empresa - agora temos balneários, uma forma de combater o sedentarismo e possibilitar aos trabalhadores a prática de exercício físico - meti-me no carro e dirigi-me à zona escolhida para pôr o corpinho em forma.
Fiquei impressionada com o número de pessoas a caminhar, correr, andar de bicicleta, passear ou simplesmente na relva ou bancos a descansar e a conversar.
A temperatura convidava a um programa ao ar livre e, como eu, muitos outros tiveram semelhante ideia.



Iniciei o meu percurso com calma e descontração, fui caminhando em passada firme e aumentando a velocidade do passo. Durante o percurso fui apreciando a paisagem, mergulhei nos meus pensamentos e  ausentei-me do meu corpo deixando-o em piloto automático.
Em determinado momento do percurso apercebi-me de alguém que, apesar de um pouco distante, me olhava enquanto corria. Por momentos pensei ser alguém conhecido mas os traços não me eram familiares.

Continuei a minha caminhada pelo mesmo percurso utilizado pelo desconhecido e constatei que um pouco mais à frente ele invertia a marcha. Continuava a olhar-me fixamente enquanto corria na minha direcção. Senti algum desconforto mas não hesitei em ir em frente. À medida que se aproximava sentia cada vez mais o seu olhar. Ao passar por mim olhou-me e disse-me "Boa tarde". Eu não tive palavras.

Pouco depois volta a passar por mim como qualquer outro desconhecido. Passo a passo continuei a vê-lo a distanciar-se cada vez mais.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

E o remédio é...

   

...um fim de semana de regresso às noites de dança










 ...uma bela tarde de praia









...o retomar do vício do grupo nas tardes de praia
 


sexta-feira, 23 de abril de 2010

Palavras eternas

Hoje é  dia Mundial do Livro

Hoje é dia de homenagearmos todos os escrevem e todos os que lêem.

O primeiro

A primeira experiência no Indie Lisboa teve início com:

Yi ngoi - Accident
Soi Cheang
 

“O Cérebro” é um assassino profissional, frio e desconfiado, que mata as suas vítimas arquitectando a armadilha perfeita: um acidente que parece uma infeliz ocorrência, mas que não é mais do que um crime totalmente planeado. Depois de uma missão que não correu bem e que provocou a morte de um dos seus homens, “O Cérebro” acha que este acidente foi planeado por alguém que está determinado a assassiná-lo e a matar os membros da sua equipa. Por outro lado, dominado pelas memórias relacionadas com a morte da mulher, torna-se cada vez mais paranóico e alucinado. Quando é abordado pelo misterioso agente de seguros Fong, que também esteve no local do acidente, convence-se que ele é o cabecilha de uma conspiração. Para recuperar a sanidade e salvar a vida, tem que fazer tudo para matar Fong. Cheang Pou-Soi foi assistente de realização de Johnnie To – que é produtor deste filme – e trabalha com uma destreza e um rigor que já lhe mereceram equiparações a Hitchcock.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Abraça-me

Hoje estou carente!!

Gosto

Tzé tzé

Lutei contra ele durante grande parte da tarde e resisti-lhe sem o recurso a mais cafeína.
A tarde foi longa, mesmo com a pausa para o chá, as idas à casa de banho e as discussões de assuntos laborais o maldito voltava a atacar.


No regresso para casa bocejei vezes sem conta.
Entrei em casa e após a passagem obrigatória pela cozinha, quarto e casa de banho aterrei no sofá.

Fui vencida. Dormi tanto que faltei a uns pézinhos de dança.

Para a próxima terei que munir de spray mata-moscas.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Mimar

Preciso de mimos, muitos mimos. Se pudesse tê-los-ia a toda a hora.
Adoro abraços, beijos ou até um simples cafuné.
Chamem-me mimada, não me importo.

Existência

Viver é a coisa mais rara do mundo. 
A maioria das pessoas apenas existe.

Oscar Wilde

Como são atribuídos os ordenados dos gestores das empresas

CEO's Bonus: Voracious from Spam Cartoon on Vimeo.

Pés de chumbo

A maioria das pessoas que conheço afirmam-se invertebrados "Pés de Chumbo". Por timidez, desinteresse ou até falta de confiança acham que nunca serão capaz de deslizar ao som de notas musicais.

Desde sempre que gosto de música, bastam umas breves notas musicais para marcar o compasso com os pés, mãos ou outras partes do corpo.

Passei anos adormecida até que um belo príncipe me beijou e acordei para o mundo da dança.
Hoje não imagino a minha vida sem um passo de dança.

terça-feira, 20 de abril de 2010

Palavras

Há palavras que nos beijam
Como se tivessem boca.
Palavras de amor, de esperança,
De imenso amor, de esperança louca.

Alexandre O'Neill

Bússola

Tenho vontade de correr para longe
Para longe de ti e da tentação
Para longe das dúvidas e dos medos
Refugiar-me no casúlo da segurança e da determinação
Determinação para encarar os medos e seguir em frente
Determinação para seguir rumo à felicidade e harmonia

Tenho vontade de correr até ao meu porto de abrigo... só me falta a bússola!

Se não puderes ser um pinheiro

Se não puderes ser um pinheiro no topo de uma colina,
Sê um arbusto no vale, mas sê
O melhor arbusto à margem do regato
Sê um ramo, se não puderes ser uma árvore.
Se não puderes ser um ramo, sê um pouco de relva
E dá alegria a algum caminho.
Se não puderes ser uma estrada,
Sê apenas uma senda,
Se não puderes ser o Sol, sê uma estrela.
Não é pelo tamanho que terás êxito ou fracasso…
Mas sê o melhor no que quer que sejas.

(Pablo Neruda)



Arte

A tela da vida nem sempre é pintada com as cores, traços ou cores que nos aquecem o coração.
Uma tela em constante mudança cujas cores e tendências variam consoante a corrente artística predominante.

Se eu pudesse pintar a minha tela a minha escola seria, com toda a certeza, a Expressionista na qual as cores resplandescentes e vibrantes dão forma plástica ao amor, ao ciúme, ao medo, à solidão, à miséria humana e outras mais.


domingo, 18 de abril de 2010

Good things

Tenho que estar grata pelas coisas boas que tenho na vida e pelos excelentes momentos que passei hoje.

Almocinho com familia. Boa disposição, companheirismo e claro a comida da mamã.
Há coisa melhor que a comidinha da mamã!


Depois de almoço, aproveitando o sol que nos brindou com a sua presença, um passeio à beira-mar na companhia de quatro muchachos espectaculares, entre eles o maninho.

Para terminar um lanchinho na esplanada com muita risota, boa disposição e registo fotográfico para a posterioridade.

Ena vidinha boa!

Bue (Voce e)

sábado, 17 de abril de 2010

Desert Rose

Por muitos anos que passem não consigo deixar de gostar desta música

Momentos de prazer

Hoje é dia de festa, o aniversariante disse que seremos mais de 40 pessoas em sua casa. Tanto calor humano!

Entre conversas alegres e bem dispostas, cantorias no sing star e caso tenhamos aspaço, que duvido, um pézinho de dança, vamos comer e beber. Eu contribuo com uma mousse de chocolate caseira. Que bom!!

Não sou pessoa gulosa, não gosto da maioria dos doces mas quem me tira uma mousse de chocolate caseira tira uns segundos de prazer orgásmico às minhas papilas gustativas.


Dias de empenho na "operação verão 2010" são "estragados" por festas e mais festas de aniversário. Esta semana já é a terceira.

Pelo sonho é que vamos

Pelo sonho é que vamos,
comovidos e mudos.
Chegamos? Não chegamos?
Haja ou não haja frutos,
pelo sonho é que vamos.
Basta a fé no que temos.
Basta a esperança naquilo
que talvez não teremos.
Basta que a alma demos,
com a mesma alegria,
ao que desconhecemos
e ao que é do dia a dia.
Chegamos? Não chegamos?
- Partimos. Vamos. Somos.

(Sebastião da Gama)

Urgência

Passamos dias, meses e anos focados em realizar, ter, ganhar, fazer.
Vivemos dia a dia com tanta pressa que não sabemos parar para apreciar o que temos.
Andamos obcecados em ter e fazer cada vez mais sem olhar à nossa volta e descobrir se o que ambicionamos é de facto importante.
Desvalorizamos tudo o que é dado como adquirido até ao momento em que alguma casualidade ou fatalidade abala a nossa frágil realidade.

Tenhamos mais paciência e menos urgência.

terça-feira, 13 de abril de 2010

Vai um beijinho

Hoje comemora-se o Dia Mundial do Beijo

Estão provados vários benefícios para a saúde entre eles:
  • Queima calorias
  • Alivia o stress
  • Combate a depressão
  • Proporciona felicidade
Várias investigações indicam que um beijo ajuda a queimar cerca de 12 calorias e activa 29 músculos.

Pela vossa saúde... BEIJEM!

Destinos

Passamos parte da vida à procura de caminhos, que por vezes não se encontram. Percorremos ruas e avenidas, becos e ruelas à procura saídas  ou apenas caminhos alternativos.

Quando as alternativas, as saídas ou que mais queiramos chamar aparecem nem sempre sabemos dar o passo em frente, rumo ao desconhecido.
O medo de arriscar num percurso desconhecido reduz todo o desejo de algo novo num sentimento de sofrimento antecipado, de decepção, de angústia e de tristeza.

Quero escolher o meu caminho sem medo, sem sofrimento antecipado, sem castelos de areia.



                    * foto de Mike

Sem medo escolho subir estas escadas contigo.

Bicho da maçã

Recebi algumas queixas por parte de algumas janelinhas relativamente à ausência do bichinho.


A maçã deste blog também já tinha saudades do seu bicho.
Estou de volta.


sexta-feira, 9 de abril de 2010

quinta-feira, 8 de abril de 2010

"Date Night"

Para uma noite de risos soltos e contagiantes vejam este filme


terça-feira, 6 de abril de 2010

Soul

Gosto...

...de quentes tardes de praia
...de comer caracóis até não conseguir mais
...do calor da lareira nas noites quentes
...de gargalhadas estridentes
...de campos floridos
...de cozido à portuguesa
...do cheiro da roupa quando sai da máquina de lavar
...de abrir as gavetas e encontrar a roupa arrumadinha
...de fazer festinhas na minha cadela
...do agradável cheiro da comida ao lume
...do pão quentinho ao sair do forno
...de lamber a colher utilizada para fazer a massa do bolo
...do cheiro do café
...de mimos e carícias
...de sentir o cheiro de livros novos
...de livros cheios de história e bem escritos
...de escrever
...de sonhar
...do som do mar
...de acordar com um beijo
...de olhar nos olhos
...de rir até chorar
...de tanta coisa que não cabe neste post

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Folhas

O medo persistia mas senti a coragem de espreitar uma folha apenas. Espreitei com cuidado e li algumas palavras. Tremia por dentro, no meu íntimo queria que todas aquelas letras formassem as palavras que mais desejava ouvir.
Tomei consciência do que fazia, do que esperava e do que sonhava. Sabia que não poderia construir romances com o conjunto de letras que espreitava mas continuei por breves momentos a sonhar.

O sonho comanda a vida, mas também nos acorrenta a vãs esperanças de algo que poderá não acontecer.
Não esperar nada é não viver, esperar demasiado é padecer.
Haverá meio termo? Não sei porque espero demasiado, vivo demasiado, amo demasiado, sofro demasiado. Conseguirei não esperar, não amar, não sofrer? Talvez não porque isso significaria não viver.

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Livro

Encontrei um livro fechado à espera de ser aberto, folheado e lido letra por letra. Não tenho certeza de querer abri-lo, não tenho. A única certeza é que gosto da capa, da contra-capa e das poucas frases que já li.

Tenho medo de esperar demasiado dos seus parágrafos. Medo de me perder nas figuras de estilo literário e não entender o que verdadeiramente está escrito.
Será que quero ter medo?

Identidade

- Quem és tu?
- Eu sou a Saudade e tu?
- Eu sou o Esquecimento.
- Que te esqueceste Esquecimento?
- Não sei, se soubesse não me chamaria Esquecimento.
- Tens razão, que pergunta sem sentido.
- E tu Saudade, de que sentes falta?
- Sinto saudades de tudo o que fui, que vivi e senti.
- E achas que viver com saudade é bom.
- Não sei, nunca conheci outro sentimento

Obrigado

Obrigado porque tiveste na tua vida um lugar para a minha vida, renunciando a tantas coisas boas que poderias ter saboreado. Porque – mais do que isso – fizeste da tua vida um lugar para a minha. E de muitas maneiras morreste para que eu pudesse viver.
Porque não eras corajosa, mas tiveste a coragem de embarcar numa aventura que sabias não ter retorno.
Porque não fizeste as contas para avaliar se a minha chegada era conveniente: abriste simplesmente os braços quando eu vim.
Porque não só me aceitaste como era, como estavas disposta a aceitar-me fosse eu como fosse. Porque dirias “o meu filhinho” mesmo que eu tivesse nascido deformado e me contarias histórias ainda que eu tivesse nascido sem orelhas. E me levarias ao colo mesmo que eu fosse leproso. E, mesmo com tudo isso, me mostrarias com orgulho às tuas amigas. Porque seria sempre o teu bebé lindo.
Devo-te isso, embora não tenha acontecido, porque o farias.
Obrigado porque não tiveste tempo para visitar as capitais da Europa. Porque as tuas amigas usavam um perfume de melhor qualidade que o teu. Porque, sendo mulher, chegaste a esquecer-te de que havia a moda.
Porque não te deixei dormir e estavas sorridente no dia seguinte. Porque foste muitas vezes trabalhar com manchas de leite na blusa. Porque me sossegaste dizendo “não chores, filho, que a mãe está aqui”, e estar no teu regaço era tão seguro como dormir na palma da mão de Deus.
Obrigado porque é pensando em ti que posso entender Deus.
Obrigado porque não tiveste vergonha de mim quando eu fazia birras nos museus, ou me enfiava debaixo da mesa do restaurante porque queria comer um gelado antes da refeição. E porque suportaste que eu, na adolescência, tivesse vergonha de que os meus amigos me vissem contigo na rua.
Obrigado porque fizeste de costureira e aprendeste a fazer bolos. Porque fizeste roupas e máscaras para as festas da escola. Porque passaste uma boa parte dos fins de semana a ver jogos de rugby ou de futebol para que – quando eu perguntasse “viste-me, mãe, viste-me?” – pudesses responder com sinceridade e orgulho “é claro que te vi!”.
Obrigado por o teu coração ser do tamanho de me teres dado irmãos. Como eu seria pobre se não os tivesse!
Obrigado pelas lágrimas que choraste e nunca cheguei a saber que choraste.
Obrigado porque me ralhaste quando me portei mal nas lojas, quando bati os pés com teimosia, quando “roubei” batatas fritas antes de o jantar estar servido, quando atirei a roupa suja para um canto do quarto. Obrigado por me teres mandado para a escola quando não me apetecia e inventava desculpas. E por me teres mandado fazer tarefas da casa que tu farias bem melhor e muito mais depressa.
Obrigado por teres mantido a calma quando eu num dia de chuva fui consertar a bicicleta para a cozinha, ou quando arranjei uma namorada de cabelo verde…
Obrigado por teres querido conhecer os meus amigos, e por todas as vezes que não me deixaste sair à noite sem saberes muito bem com quem ia e onde ia.
Obrigado porque eu cresci e o teu coração parece ter também crescido. Porque me deste coragem. Porque aprovaste as minhas escolhas, e te mantiveste a meu lado apesar de ter passado a haver a distância. Porque levantas a cabeça – mesmo sabendo que eu estou muito longe – quando vais na rua e ouves alguém da multidão chamar: “mãe!”.
Obrigado por guardares como tesouros os desenhos que fiz para ti na escola quando era, como hoje, o Dia da Mãe. E por ficares à janela a ver partir o carro, quando me vou embora, comovendo-te com os meus sinais de luzes.
Obrigado – já agora… – por não teres esquecido quais são os meus pratos favoritos; por o sótão da tua casa poder ser uma extensão do sótão da minha casa; por teres ainda no mesmo lugar a lata dos biscoitos…