terça-feira, 5 de julho de 2011

Altos e baixos

A maioria das pessoas vive a vida numa correria desenfreada, não tem tempo para os filhos, para os pais, para os amigos e nem mesmo para si própria. A maioria das pessoas não vive, sobrevive.
Passam pelo caminho da vida sem apreciar a beleza de cada alto e baixo, dos caminhos mais sinuosos e dos mais belos.


Na sociedade em que crescemos, nos moldamos e vivemos é dificil deixarmos de viver nos padrões que conhecemos, é estranho ser e fazer diferente, é emocionalmente desgastante lutar contra pré-conceitos de vida e de conduta. No entanto também é imensamente engrandecedor mudarmos a frequência; a frequência dos pensamentos, do foco, da energia, da vida.

O caminho que percorremos diariamente não é feito exclusivamente de lindos jardins floridos, muitas vezes encontramos espinhos tão grandes que nos desgastam e ferem. A vida é assim mesmo com altos e baixos, se assim não fosse não seria vida mas sim morte.
Viver é ser grato por tudo o que a vida nos dá, seja bom ou não, e mesmo que não compreendamos a razão dos eventos há sempre um motivo maior que mais tarde ou mais cedo iremos descobrir.

Durante anos vivi num jardim sombrio, cheio de flores murchas, quase mortas, e com tanto espinho que o meu foco estava na sobrevivência. Quanto mais desejava sair da escuridão menos sol me iluminava.

Tenho caminhado árdua e afincadamente pelo caminho da Luz, do Amor e da Gratidão, e hoje sinto que valeu a pena. Choro de emoção ao sentir que cada vez mais atraio pessoas e eventos maravilhosos, que me engrandecem e me fazem ainda mais feliz. E os eventos menos bons, os baixos da vida, fazem com que aprenda ainda mais e me torne uma pessoa mais forte, mais tolerante, mais paciente e rica em experiências e crescimento.

E com esta me vou:
"Se não conhecêssemos a tristeza não saberíamos valorizar a alegria"


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