quarta-feira, 20 de julho de 2011

Estórias de Carolina #2

Tema: bicho de estimação

Sempre tive animais de estimação durante a infância, cão e gato, por isso o meu modelo de mundo inclui estes bichanos que rapidamente se tornam membros da família, e cuja ausência causa um vazio enorme na casa. Acho fantástico o quanto um animal nos pode "amar" e quão intensa pode ser a ligação emocional que liga um humano a um animal.


Ainda me lembro do primeiro animal a fazer parte da família, um cão de rua que enquanto a casa dos meus pais estava a ser construída foi alimentado pelos pedreiros da obra e por lá foi ficando e tomando aquele espaço como seu. De tal forma integrou a propriedade do espaço que um dia impediu a entrada de uns senhores, que iriam deixar material nas traseiras da obra, num período de ausência dos trabalhadores. A partir desse dia o Robin, nome que lhe dei, do alto dos meus cinco anos parecia um bom nome, passou a fazer parte da família e ficou connosco até ao último dos seus dias muitos anos depois.

Após a despedida do Robin tivemos vários gato, uma "bolinha" descendente de um pastor alemão que rapidamente se tornou num cão grande e forte, e, mais recentemente, uma cadela de porte médio que veio contrariar a vontade de não se querer mais animais de estimação lá por casa.

Os animais são seres fantásticos, genuínos e que nos adoram incondicionalmente.
Quer estejamos bem cheirosos ou a cheirar a cavalo, bem dispostos ou com as maiores "trombas" do mundo, saudáveis ou doentes, sejamos pobres ou ricos, sejamos feios ou bonitos os nossos animais veem-nos sempre como os maiores.
 

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