sábado, 22 de setembro de 2012

A despedida do verão



Despedida do Verão num excelente convívio de comemoração de aniversário com muita música, dança e boa disposição.

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Só o Tempo é capaz de entender

Era uma vez uma bela ilha, onde moravam os seguintes Sentimentos: a ALEGRIA, a TRISTEZA, a VAIDADE, a SABEDORIA, o AMOR, entre outros…

Um certo dia, alguém avisou os habitantes dessa ilha que ela iria afundar-se. Apavorado, o AMOR tentou fazer com que todos os moradores se salvassem, e então disse:
-”Fujam todos, que a ilha vai-se afundar e vai desaparecer!!!”
Todos correram para os seus barquinhos para partiram para outra ilha lá bem no alto onde tivessem a salvo.

O AMOR não se apressou a fugir, porque queria ficar mais um pouco com a sua querida ilha. Mas, quando reparou, ela estava quase a afundar-se e com medo que ele também se afundasse com a ilha, começou a pedir ajuda aos outros habitantes que fugiam nos seus barquinhos…

Nessa altura, estava a passar a Sra. RIQUEZA que disse:
-” Desculpa AMOR, mas não te posso levar. O meu barco está cheio de ouro e prata e tu já não cabes aqui.”
Passou então a VAIDADE que disse:
-” AMOR, não te posso levar porque vais sujar o meu barco.”
Logo atrás vinha a TRISTEZA e disse:
-” Oh AMOR, estou tão triste que prefiro ir sozinha…”
Passou então a ALEGRIA, mas estava tão alegre que nem ouviu o AMOR chamar por ela.
Já desesperado e achando que iria ficar ali só para sempre, o AMOR começou a chorar.
Foi então que passou um barquinho onde estava um velhinho que disse:
-” Anda, sobe AMOR que eu levo-te!”

O AMOR ficou radiante e feliz que até se esqueceu de perguntar o nome ao Velhinho que o havia salvo.
Até que, já a salvo noutra ilha, o AMOR perguntou á SABEDORIA quem era o tal Velhinho. A SABEDORIA respondeu:
-” Aquele Velhinho era o TEMPO!”
-” Mas porque é que só o TEMPO é que me ajudou e salvou?”, perguntou o AMOR.

Porque só TEMPO é capaz de entender um grande AMOR !!!

(texto encontrado na net sem referência a autor)




Esperança

“Por detrás de uma montanha há sempre outra”
... nem sempre é fácil acreditar!




Limites

Acariciam a pele e molham a roupa deixando rasto da sua presença. Escorrem pela testa até chegarem aos olhos obrigando a libertação de um braço para as limpar. Cada gota de suor simboliza o esforço e empenho colocado em cada movimento, respiração e postura.


Desafio, limite, dor, prazer e energia




quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Uma questão de escolha

"Se você pensa que pode, você pode. Se pensa que não pode, tem razão."

Você pode curtir ser quem você é, do jeito que você for, ou viver infeliz por não ser quem você gostaria de ser.
Você pode olhar com ternura e respeito para si próprio e para as outras pessoas ou (...)
Você pode amar e deixar-se amar de maneira incondicional, ou ficar se lamentando pela falta de gente à sua volta.
Você pode ouvir seu coração e viver apaixonadamente ou agir de acordo com (...)
Você pode deixar como está para ver como é que fica ou com paciência e trabalho conseguir realizar as mudanças necessárias na sua vida e no mundo à sua volta.
Você pode deixar que o medo de perder paralise seus planos ou partir para a acção com o pouco que tem e muita vontade de ganhar.
Você pode amaldiçoar sua sorte ou encarar a situação como uma grande oportunidade de crescimento que a vida lhe oferece.
Você pode mentir para si mesmo, achando desculpas e culpados para todas as suas insatisfações ou encarar a verdade de que, no fim das contas, sempre você é quem decide (...)
Você pode viver o presente que a vida lhe dá ou ficar preso a um passado que já acabou (...)
Você pode engajar-se no mundo, melhorando a si próprio e, por consequência, melhorando tudo que está à sua volta ou esperar que o mundo melhore  (...)
Você pode continuar escravo da preguiça ou comprometer-se com você mesmo e tomar atitudes necessárias para concretizar o seu plano de vida.
Você pode aprender o que ainda não sabe ou fingir que já sabe tudo e não precisa aprender mais nada.
Você pode ser feliz com a vida como ela é ou passar todo o seu tempo se lamentando pelo que ela não é.

A escolha é sua e o importante é que você sempre tem escolha.
 (...)

Texto retirado (daqui)


Foto retirada (daqui)

O regresso

Após um período de vida vivido imersa numa rotina exigente e por vezes desumana;

Após meses de ausência, ou presença fugaz e fortuita;

Estou de regresso.

Com maior frequência e compromisso para com este espaço, para com os seus leitores e para comigo.

Foto retirada (daqui)

Aprendizagens

O resultado das nossas decisões são sempre uma aprendizagem, quer o resultado seja o que esperamos ou não, no entanto nem sempre retiramos a respectiva aprendizagem no momento.
É preciso pararmos e reflectirmos, ou termos outras experiências, para assimilarmos e aceitarmos o que nos acontece.


segunda-feira, 21 de maio de 2012

Encontros e desencontros

Disse um poeta um dia que a vida é a arte dos encontros, embora haja tantos desencontros pela vida.
Eu me encontrei em teus desencontros e te encontrei em meus desencontros.
Mas nada é por acaso nada é sem razão e no tempo certo, na hora certa fomos libertados das cadeias da solidão.
Hoje somos livres, libertos pelo amor que nos une desde o sempre até o FIM

Vinicius de Moraes


Vida


sábado, 31 de março de 2012

Par de sapatos

"Conta uma testemunha ocular de Nova York:
Num frio dia de Dezembro, alguns anos atrás, um rapazinho de cerca de 10 anos, descalço, estava em pé em frente a uma loja de sapatos, olhando a montra e tremendo de frio.
 
Uma senhora aproximou-se do rapaz e disse:
- Você está com pensamento tão profundo, a olhar essa montra!
- Eu estava pedindo a Deus para me dar um par de sapatos - respondeu o garoto...
 
A senhora tomou-o pela mão, entrou na loja e pediu ao empregado para dar meia duzia de pares de meias ao menino. Ela também perguntou se poderia conseguir-lhe uma bacia com água e uma toalha. O empregado atendeu-a rapidamente e ela levou o menino para a parte detrás da loja e, ajoelhando-se lavou os seus pés pequenos e secou-os com a toalha.
 
Nesse meio tempo, o empregado havia trazido as meias. Ela calçou-as nos pés do garoto e também comprou-lhe um par de sapatos.
Depois entregou-lhe os outros pares de meias e carinhosamente disse-lhe:
- Estás mais confortável agora.
Como ela se virou para ir embora, o menino segurou-lhe na mão, olhou o seu rosto com lágrimas nos olhos e perguntou:
- Você é a mulher de Deus?"

Leo Buscaglia
(obrigada M pela partilha)
 
 
 

sexta-feira, 23 de março de 2012

A simplicidade das crianças

"Um menino de 4 anos tinha um vizinho idoso cuja esposa havia falecido recentemente.

Ao vê-lo chorar, o menino foi para o quintal dele e sentou-se simplesmente no seu colo.

Quando a mãe lhe perguntou o que tinha dito ao velhinho, ele respondeu:
- Nada. Só o ajudei a chorar."

Leo Buscaglia

quinta-feira, 15 de março de 2012

Coragem

"Então acha-me corajosa? - perguntou
- Sim, acho.
- Talvez eu seja. Mas isso é porque tive alguns bons professores. Vou contar-lhe sobre um deles.
 

Há muitos anos, quando trabalhava como voluntária no Hospital de Standford, conheci uma garotinha chamada Liza que sofria de uma doença grave e rara. Aparentemente a sua única hipótese de recuperação era uma transfusão de sangue do seu irmão de 5 anos que sobrevivera milagrosamente à mesma doença e desenvolvera os anticorpos necessários para combater o mal. 
O médico explicou a situação ao irmão e perguntou ao menino se ele doaria o seu sangue à irmã. Vi-o hesitar apenas por um instante antes de respirar profundamente e dizer:
- Sim, dou se for para salvar a vida da Liza.
 

À medida que a transfusão decorria ele estava deitado numa cama ao lado da irmã e sorria, como todos nós, ao ver a côr voltar ao seu rosto. Depois o rosto dele ficou pálido e o seu sorriso apagou-se. Ele olhou para o médico e perguntou numa voz trémula:
- Vou começar a morrer já?
Como era muito jovem, o menino compreendera mal o médico, pensou que teria que dar-lhe todo o seu sangue.

- Sim, aprendi a ser corajosa - acrescentou ela - porque tive professores que me inspiraram."

Dam Millman

quarta-feira, 14 de março de 2012

quinta-feira, 1 de março de 2012

Envelhecer

Envelheço quando me fecho para as novas idéias e me torno radical.
Envelheço quando o novo me assusta e minha mente insiste no comodismo.
Envelheço quando meu pensamento abandona a casa e retorna sem nada.
Envelheço quando me torno impaciente, intransigente e não consigo dialogar.
Envelheço quando penso muito em mim mesmo e me esqueço dos outros.
Envelheço quando penso em ousar mas temo o preço da ousadia.
Envelheço quando permito que o cansaço e o desalento tomem conta da minha alma.
Envelheço quando tenho chance de amar mas vence o medo de arriscar.
Envelheço quando paro de lutar.



domingo, 29 de janeiro de 2012

O Anel

Quanto você vale?

 - Venho aqui, professor, porque me sinto tão pouca coisa, que não tenho forças para fazer nada. Dizem-me que não sirvo para nada, que não faço nada bem, que sou lerdo e muito idiota. Como posso melhorar? O que posso fazer para que me valorizem mais?

O professor, sem olhá-lo, disse:
- Sinto muito meu jovem, mas não posso te ajudar, devo primeiro resolver o meu próprio problema. Talvez depois. 
E fazendo uma pausa, falou:
- Se você me ajudasse, eu poderia resolver este problema com mais rapidez e depois talvez possa te ajudar.

- C...claro, professor, gaguejou o jovem, que se sentiu outra vez desvalorizado e hesitou em ajudar seu professor. O professor tirou um anel que usava no dedo pequeno e deu ao garoto e disse:

- Monte no cavalo e vá até o mercado. Devo vender esse anel porque
tenho que pagar uma dívida. É preciso que obtenhas pelo anel o máximo possível, mas não aceite menos que uma moeda de ouro. Vá e volte com a moeda o mais rápido possível. 

O jovem pegou o anel e partiu. Mal chegou ao mercado, começou a oferecer o anel aos mercadores. Eles olhavam com algum interesse, até quando o jovem dizia o quanto pretendia pelo anel. Quando o jovem mencionava uma moeda de ouro, alguns riam, outros saíam sem ao menos olhar para ele, mas só um velhinho foi amável a ponto de explicar que uma moeda de ouro era muito valiosa para comprar um anel. Tentando ajudar o jovem, chegaram a oferecer uma moeda de prata e uma xícara de cobre, mas o jovem seguia as instruções de não aceitar menos que uma moeda de ouro e recusava as ofertas.

Depois de oferecer a jóia a todos que passaram pelo mercado, abatido pelo fracasso montou no cavalo e voltou. O jovem desejou ter uma moeda de ouro para que ele mesmo pudesse comprar o anel, assim livrando a preocupação e seu professor e assim podendo receber ajuda e conselhos. Entrou na casa e disse:
- Professor, sinto muito, mas é impossível conseguir o que me pediu. Talvez pudesse conseguir 2 ou 3 moedas de prata, mas não acho que se possa enganar ninguém sobre o valor do anel. 

- Importante o que disse, meu jovem, contestou sorridente o mestre. - Devemos saber primeiro o valor do anel. Volte a montar no cavalo e vá até o joalheiro. Quem melhor para saber o valor exato do anel? Diga que quer vendê-lo e pergunte quanto ele te dá por ele. Mas não importa o quanto ele te ofereça, não o venda. Volte aqui com meu anel.

O jovem foi até o joalheiro e lhe deu o anel para examinar. O joalheiro examinou-o com uma lupa, pesou-o e disse:
- Diga ao seu professor, se ele quiser vender agora, não posso dar mais que 58 moedas de ouro pelo anel. 
O jovem, surpreso, exclamou:
- 58 MOEDAS DE OURO!!!
- Sim, replicou o joalheiro, eu sei que com tempo poderia oferecer cerca de 70 moedas , mas se a venda é urgente...

O jovem correu emocionado para a casa do professor para contar o que ocorreu.
- Sente-se, disse o professor, e depois de ouvir tudo que o jovem lhe contou, disse:  
- Você é como esse anel, uma jóia valiosa e única. E que só pode ser avaliada por um expert. Pensava que qualquer um podia descobrir o seu verdadeiro valor???

E dizendo isso voltou a colocar o anel no dedo.
- Todos somos como esta jóia. Valiosos e únicos e andamos pelos mercados da vida pretendendo que pessoas inexperientes nos valorizem.

Autor desconhecido

Saudade